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Castlevania: Lords Of Shadow E3

Se a E3 não correspondeu às expectativas com as conferências de imprensa das três grandes, certamente compensou em trailers. Depois da Konami ter tomado o palco, chegam agora os trailers dos seus jogos.

Castlevania: Lords of Shadow, o título produzido pelos estúdios da MercurySteam e supervisionado pela Kojima Productions, marcou presença na E3 2010 depois de se ter estreado na E3 2009. Sem mostrar muito mais que o anterior, é sempre bom vermos o pouco de novo que mostra.

Castlevania: Lords of Shadow é um projecto que ambiciona trazer a série de volta ao estatuto que teve nos tempos da Nintendo Entertainment System (NES), fazendo finalmente a transição da qualidade do 2D para o 3D depois de várias tentativas falhadas. Ainda na dúvida está a presença de Drácula, o eterno inimigo dos Belmont, mas visto que é suposto ser um reboot da série, o famoso senhor das trevas deverá pelo menos ser mencionado.

Castlevania: Lords of Shadow, ainda sem data específica, deverá sair ainda no Outono de 2010 para a PS3 e Xbox 360.
Fonte:ez.mygames


Gameplay

Soul Calibur 4



Soul Calibur IV é a quarta versão da franquia de luta Soul Calibur e a primeira a estrear na sétima geração de consoles. O enredo continua narrando a saga da Soul Calibur em conjunto com sua contraparte demoníaca, a Soul Edge. Uma observação válida é que Soul Calibur 1 — lançado exclusivamente em 1999 para o Dreamcast e Arcade — é considerado um dos maiores jogos de luta de todos os tempos, não devendo absolutamente nada para títulos de renome como Street Fighter, Mortal Kombat ou Tekken.

Dentre os personagens disponíveis, estão Mitsurugi, Nightmare e Ivy, cabendo a esta última personagem uma apresentação digna e bela do que é possível com a tecnologia gráfica dos consoles de última geração. Ainda quanto ao enredo, ele possui doses maciças de pancadaria épica, personagens com vestimentas à altura dos concursos de moda de vanguarda e cortes de cabelos frutos das mentes mais criativas do universo capilar

 Fonte:baixakijogos 

                          

Lançamento sem data


O Cavaleiro das Trevas enfrenta seu maior desafio ao se encontrar preso com todos seus mais temidos inimigos no aterrorizante asilo de Gotham City, o Arkham Asylum! Em Batman Arkham Asylum você vai explorar uma única e sombria atmosfera de aventura que o levará aos confins do Arkham Asylum, um hospital psiquiátrico para os criminosos insanos de Gotham.
Vague pelas sombras causando medo em seus inimigos, enfrente Coringa e os mais temidos criminosos de Gotham City que foram levados para este asilo. Usando todas as armas e ferramentas de Batman, se torne um predador invisível e acabe com os planos maléficos do Coringa. Batman Arkham Asylum traz uma história única, escrita exclusivamente para o jogo pelo famoso escritor, e ganhador de cinco Grammys, Paul Dini.
Com gráficos incríveis e ambientes sombrios, Batman Arkham Asylum oferece diversas opções de jogabilidade que combina todos os jogos de ação, aventura e super-heróis.
  • Os mais temidos vilões: Enfrente os mais notórios lunáticos como Coringa, Arlequina, Bane, Hera Venenosa, e o Crocodilo.
  • Arsenal do Batman: Utilize as habilidades do Batman e seus conhecimentos de detetive para buscar evidências e provas.
  • Assassino silencioso: Vague pelas sombras e cause medo em seus inimigos.
  • Combates intensos: Solte combos incríveis com o inovador sistema de FreeFlow. 
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  • Mais sobre: Xbox.com

Toma Clancy's Splinter Cell

Após quatro anos em hiatus, Splinter Cell volta com Conviction, um título que torna Sam Fisher num predador à solta em busca de vingança. A proposta da Ubisoft é diferente mas, na minha opinião, nada arriscada. Splinter Cell: Conviction será tipicamente Tom Clancy com acção e conspiração mas desta vez marcamos a rota segundo os nossos interesses e não os de uma organização erguida nas sombras.

Embora o enredo de Splinter Cell: Conviction esteja ligado e de certa forma dependente dos jogos anteriores, em especial Splinter Cell: Double Agent, é um jogo que pode ser compreendido e apreciado mesmo por pessoas estranhas à série. No caso destas, porém, a transformação não será perceptível, transformação esta que é um dos toques com mais brio no título.

Em suma, o Sam Fisher que encarnamos fará o mesmo uso das sombras que fazia no passado, terá armas primárias e secundárias e acessórios como granadas e EMPs que interferem com os sistemas eléctricos. A diferença jaz na nova postura de predador de Fisher que adopta a máxima de Niccolò Machiavelli - os fins justificam os meios. Contudo esta postura não seria mais que um filtro visual e contextual se a equipa da Ubisoft não tivesse feito os ajustes necessários à jogabilidade.


Começemos pelas ferramentas ao dispor de Sam Fisher em Splinter Cell: Conviction. A arma primária - pistola com silenciador - é o braço direito de Fisher, como sempre o foi ao longo da série. Mais que nunca, visto que Sam Fisher em Conviction é um exército de um homem só, a arma secundária, que inclui metralhadoras e caçadeiras, torna-se tão imprescindível como a primária, especialmente quando os inimigos nos encurralam.

Tendo em conta que somos um lobo solitário e dependente dos próprios meios, começamos o jogo com uma pistola. O catálogo de armas disponíveis é preenchido pelo jogador à medida que defronta inimigos com diferente equipamento bélico. Toda e qualquer arma ou acessório é passível de sofrer upgrades que silenciam a arma, aumentam o alcance, a força de impacto e o número de alvos que podemos marcar para executar rapidamente. Estes upgrades têm custos e a moeda de troca são pontos ganhos por completar desafios opcionais específicos, como por exemplo, executar um certo número de inimigos com headshots ou utilizar o que nos rodeia para interrogar as nossas presas principais. Podermos melhorar as nossas armas oferece um incentivo adicional mas se partirmos do princípio a evoluir a melhor arma primária e a secundária que mais se adequar ao nosso estilo de jogo, não haverá muitas armas para evoluir e acumularemos pontos que de nada servirão.

Disparar funciona da mesma forma que nos títulos anteriores. Na minha opinião a sensibilidade está um pouco elevada mas para quem não se atrapalhou com o sistema nos outros jogos também não terá dificuldade em provar-se como um atirador exímio em Conviction.

Porém, o vasto arsenal é apenas um aspecto novo de Splinter Cell: Conviction. Não saindo ainda do território do armamento bélico, Sam Fisher tem a capacidade de marcar e executar alvos escolhidos. Esta habilidade tem o nome de Mark and Execute e depende directamente da arma escolhida para o feito. Dependendo da arma e da falta ou existência de um upgrade, Sam Fisher poderá marcar tantos alvos e executá-los na ordem escolhida com um toque por cabeça no botão Y desde que estejam todos dentro do alcance do predador. Contudo, foi a fazer uso desta nova faceta de Splinter Cell: Conviction que me deparei repetidas vezes com um erro no jogo. O erro consisitia em Sam Fisher disparar e executar com um headshot um alvo marcado que já se encontrava atrás de uma divisória de escritório, logo, fora do campo de visão.

Outra novidade que afecta a jogabilidade é a Last Known Position. Sem os famosos night vision goggles, Sam Fisher continua a esconder-se nas sombras e planear os seus ataques enquanto invisível. Nestas alturas o ecrã perde a cor e assume tons de cinzento informando-nos desta forma que os inimigos não nos vêem. A nossa posição pode ser revelada através da exposição à luz ou de disparos. Quando somos descobertos e voltamos às sombras, uma imagem negativa fica a marcar a última nossa posição conhecida ao inimigo. Esta característica abre oportunidades para um uso estratégico do conhecimento do adversário, tendo em conta que os soldados que nos atacam continuaram a focar a zona onde nos viram antes.

O combate corpo a corpo também recebeu uns ajustes de forma a tornar Sam Fisher numa arma letal quando a curta distância. Pressionando o botão B, Fisher incapacitará e executará um inimigo ao alcance dos seus braços, eliminando-o com o mínimo de ruído. As animações destas execuções de perto estão brutais, tanto pelo espectáculo que dão como pela violência crua que demonstram. Soltando-se de um parapeito ou de outro ponto de apoio para cima de um inimigo também resultará na morte deste último sem que ele saiba o que lhe aconteceu. Em poucas palavras, Sam Fisher é uma autêntica arma por si só.


Para ajudar Sam a navegar sem ser detectado temos uma mecânica de cobertura melhorada. Esta habilidade já fazia parte do arsenal de Fisher mas desta vez torna-se mais crucial e, visto estar belissimamente implementada, é mais uma ferramenta ao nosso dispor.

Em termos de IA, Splinter Cell: Conviction apresenta um produto robusto na maioria das vezes. A única altura em que podemos duvidar da inteligência dos indivíduos que nos opõem é quando nos escondemos nas sombras e eles passam a menos de um metro sem repararem que existe um homem a caminhar para a terceira idade armado até aos dentes. De resto, a movimentação em grupo após sermos descobertos é frequentemente bem planeada e eficiente com inimigos a procurarem espaço para nos flaquearem enquanto outros nos distraem com granadas e fogo cerrado.

Graficamente Splinter Cell: Conviction está muito bom sofrendo apenas com alguns pormenores como as animações dos diálogos em que a boca dos personagens imita todos os movimentos menos os que devia e fora do tempo. O framerate também não é constante, mostrando uma falta de fluidez estranha durante as cutscenes e baixando normalmente em confrontos com vários intervenientes. De resto, as texturas são boas e acima de tudo a direcção artística conseguiu mudar o estilo visual dos anteriores, com cores mais agressivas enquanto há luz a contrastarem com os sóbrios tons de cinzento que anunciam a morte de todos os que se cruzarem despercebidamente com Sam Fisher.

Ao nível do som Splinter Cell: Conviction não tem qualquer falha. As vozes estão espectaculares com o regresso de Michael Ironside para encarnar Sam Fisher, como não podia deixar de ser, os diálogos estão ao nível de um filme do género pronto para passar no grande ecrã, as armas têm todas um som específico e as explosões nunca vêm só com o ruído de estelhaços a seguirem o estrondo inicial.

Se a história de Splinter Cell: Conviction, um misto de 24 com Jack Bauer e trilogia Bourne, chegar para satisfazer os jogadores existem ainda outros dois modos que completam a experiência, um deles obrigatório na minha opinião. Este que classifico como mandatório é o Multiplayer Co-op, local em split-screen ou online. A opção split-screen permite que jogadores que não tenham uma subscrição Gold tenham a experiência co-op.

Neste modo dois jogadores vestem a pele de dois agentes, Archer e Kestrel, e têm como objectivo completar quatro missões havendo uma extra que não se pode qualificar exactamente como missão. O mais interessante neste modo, para além do facto de trabalharmos nas sombras em equipa com um amigo ou desconhecido, é o facto de estas missões formularem um pequeno prelúdio à conspiração que marca a história principal.

Tirando a história e missões, os jogadores podem escolher um tipo de jogo nos quatro mapas onde as missões co-op se passam. Hunter estabelece um número de inimigos que populam uma certa área. Os jogadores têm que os eliminar antes de passar à próxima zona do nível e se forem descobertos, o número de inimigos aumenta e estarão alertados para a sua presença. Last Stand é o modo survival de Splinter Cell: Conviction, algo novo na série, um modo que dá mais ênfase à acção dos tiroteios do que ao planeamento secreto nas sombras, embora não descarte a última parte. Infiltration é um modo para os puristas do género stealth. Neste modo assim que os jogadores são descobertos é gameover. Ainda no online, os jogadores podem deixar o co-op para trás e tentar o competitivo. Face Off junta dois jogadores um contra o outro no meio de vagas de inimigos comuns. Estes modos estão também acessíveis offline para um jogador apenas. Não é tão apetecível jogar sozinho e perder a experiência da cooperação.

Resumindo e concluindo, Splinter Cell: Conviction é o regresso que Sam Fisher merece. Ao longo do jogo a história pode parecer demasiado semelhante aos títulos Splinter Cell anteriores mas a nova postura de Sam Fisher e o novo ritmo de jogo, magnificamente conseguido ao longo deste capítulo, tornam Conviction numa obra marcadamente diferente das restantes. Há erros que saltam à vista aqui e ali mas de um modo geral Splinter Cell: Conviction é apenas atrapalhado pelo seu framerate instável e nunca brilhante. Não obstante, é um título que agradará os fãs da série e do género e para alguns uma boa razão para comprar uma Xbox 360 ou fazer uns upgrades ao PC que terá uma versão a sair mais tarde que a do console.

Fonte:ezmygames

Xbox 360 slim

A Microsoft anunciou na conferencia E3 2010 o Xbox 360 Slim. O console, mais fino que o anterior e com linhas mais arrojadas, tem HD  de 250Gb, wi-fi interno, ventilador mais silencioso (finalmente!), total compatibilidade com o Kinect e  chegou às lojas dos Estados Unidoscom o preço de 299,00$ USD(dólares americanos), o mesmo preço do xbox 360 elite de 120GB. De uns dias para cá o Elite caiu 50,00$ USD, a questão é: Será que vamos ter preços mais acessiveis ainda este ano?
Em outra notícia relacionada, a Microsoft informou  que o Kinect chegará às lojas em 4 de novembro de 2010. Para o lançamento, 15 títulos estarão disponíveis.

Video do Kinect (Projeto Natal)

All Points Bulletin (APB)

Um dos inovadores criadores da famosíssima série Grand Theft Auto (GTA), David Jones, decidiu “mudar de ares” com sua nova produtora Realtime Worlds. Mas mesmo assim, as velhas influências vieram com tudo em um jogo de gangues e muitos tiroteios: All Points Bulletin (APB).

APB se passa em um mundo repleto de perseguições de carro perigosas, tiroteios, prisões, fugas inesperadas e todo o tipo de caos envolvendo polícias e gangues de rua. O diferencial do jogo? É totalmente online, retratando esse ambiente de violência e ação no melhor estilo MMO (massive multiplayer online – game online multiplayer em massa).
         

 Fonte:Baixakijogos

Alan Wake



Alan Wake é um jogo de ação, em terceira pessoa, que está sendo desenvolvido pela finlandesa Remedy Entertainment, a mesma do famoso Max Payne. O jogo será distribuído pela Microsoft Game Studios, ou seja, em breve estará nas prateleiras das lojas de todo o Brasil. Uma curiosidade sobre a produção é o modelo do personagem principal, Alan Wake, baseado no do ator profissional da Finlândia, Ilkka Villi.

A história começa com o escritor Alan Wake, que recentemente perdeu sua musa inspiradora, se mudando para a pequena cidade de Bright Falls, com o objetivo de começar uma nova vida e escrever livros sobre seus próprios pesadelos. Mas nem tudo ocorre como planejado, e seus piores pesadelos viram realidade, colocando Alan em perigo.

Para matar seus inimigos, o jogador não vai usar lança-foguetes ou armas a laser, seu melhor instrumento é uma lanterna, visto que seus inimigos são sensíveis à luz, podendo até morrer caso fiquem expostos à intensidades fortes. Com isso, a luz é um elemento especial do jogo, principalmente porque o game utiliza tecnologias como HDR (efeitos avançados de luz). Como se pode ver nos vídeos de apresentação, os gráficos e os sons são magníficos, utilizando-se de todo o potêncial do multi-processamento.

Enfim, vale a pena guardar algum dinheiro para comprar Alan Wake, um jogo que promete marcar o mundo dos jogos.

Street Fighter IV


Game Street Fighter IV

Street Fighter IV leva esta série de luta lendária de volta às suas origens, pegando nos famosos golpes e técnicas de luta do Street Fighter II original e adicionando-lhe os mais recentes avanços da Capcom em termos de tecnologia de última geração, para criar uma experiência verdadeiramente extraordinária que vai voltar a apresentar ao mundo a venerada tradição das artes marciais virtuais. Tudo o que tornou o lendário Street Fighter II num êxito nos salões de jogos e nas consolas domésticas em todo o mundo está de regresso no Street Fighter IV. Os jogadores poderão jogar com as suas personagens clássicas favoritas, tais como o Ryu, o Ken, a Chun-Li e o Guile, juntamente com novas personagens, incluindo o Crimson Viper, o Abel, o El Fuerte e o Rufus. As personagens e os cenários são gerados de forma estilizada a 3D, enquanto o jogo é jogado na perspectiva clássica a 2D do Street Fighter com melhoramentos adicionais de câmara a 3D. Para além disso, o sistema de jogo volta a integrar comandos de seis botões, juntamente com uma gama de novos golpes e funcionalidades especiais. O Street Fighter IV apresenta um jogo de luta completamente novo aos fãs da série em todo o mundo. * Jogabilidade clássica do Street Fighter, a 2D e com seis botões, reinventada a 3D para uma nova geração de jogadores, incluindo todas as tuas personagens favoritas do elenco original do Street Fighter II, bem como personagens completamente novas * Novos golpes especiais, incluindo Focus Attacks (Ataques concentrados), Super Combos (Supercombinações) e o sistema Ultra Combo (Ultracombinações) alimentado pela sede de vingança * Novos elementos de jogo, proporcionando desafios tanto aos novos jogadores como aos veteranos do Street Fighter      


  
                                                                                                               Fonte:pt.playstation.com

GTA IV XBOX360 PS3 PC


Grand Theft Auto IV é o quarto jogo da mais famosa franquia da Rockstar. O jogador assume o papel de Niko Bellic, um europeu que vai aos Estados Unidos em busca de melhores condições de vida e a fim de deixar seu passado aparentemente negro para trás.
O game se passa em Liberty City, que desta vez faz alusões muito mais claras à cidade de Nova Iorque; é possível ver pontos característicos do local fielmente reproduzidos, como o Empire State Building, a Estátua da Liberdade e a Ponte do Brooklyn. O protagonista é, aparentemente, um imigrante europeu que vai à cidade procurando uma nova vida.

Graças à engine RAGE (Rockstar Advanced Game Engine), os gráficos de GTA IV são impressionantes, com efeitos de luz e sombra muito bem feitos. O game vai ser lançado para PS3 e Xbox 360 e, segundo seus produtores, vão ser disponibilizados episódios extras algum tempo após o lançamento.

Durante o primeiro trailer, o protagonista conta que já matou, seqüestrou e vendeu várias pessoas, pretendendo mudar de vida na nova cidade. Vindo da Rockstar, sabe-se que isso só pode ser uma grande ironia, não é mesmo? Fonte:baixakijogos
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